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domingo, 11 de setembro de 2011

Toninho Horta & Alaíde Costa - show e CD novo

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TONINHO HORTA e ALAÍDE COSTA em BHz

Seção : Música - 08/09/2011 10:26

Cantora Alaíde Costa estreita a parceria com o amigo Toninho Horta para gravar CD

Disco vai ser composto de músicas de autores mineiros.
Ana Clara Brant - EM Cultura



Amigos desde a década de 1970, a cantora Alaíde Costa e Toninho Horta já entraram em estúdio para ensaiar as canções do novo disco

“Mas você vai se mudar para Belo Horizonte?”, perguntou o espantado Marcelo Lima à mãe, a cantora e compositora carioca Alaíde Costa, de 75 anos, ao constatar a quantidade de malas que ela traria à capital mineira. Realmente, a ligação da artista com Minas Gerais é forte, vem desde o começo da década de 1970. É de Alaíde a única voz feminina em Clube da Esquina, disco antológico da música mineira. Naquela época, ela acabou se tornando próxima dos representantes do movimento, que ganhou o mundo. Porém, com um deles a amizade ficou mais estreita: Toninho Horta. “Alaíde sempre foi referência, uma ‘ídola’, cantora excepcional, com voz e interpretação muito marcantes. Temos em comum essa coisa da sofisticação, da preocupação com a harmonia. Ela é hors concours”, elogia o violonista, guitarrista e compositor.
Há muito tempo eles se admiravam. Dois anos atrás, por intermédio dos produtores Geraldo Rocha e Fred Gapile, a dupla resolveu fazer um show. Hoje à noite, pela segunda vez o público belo-horizontino vai conferir esse “mágico encontro da MPB”, como prometem Toninho e Alaíde. Eles participam do projeto Outros bambas, outros sambas, promovido pelo Bar Gamboa, na Savassi.

“Será uma apresentação intimista, que pretendemos levar para outras praças do Brasil. Tenho profunda admiração pelo Toninho, não apenas um dos melhores músicos do país, mas do mundo”, elogia Alaíde Costa. Em seus discos, ela gravou três composições do guitarrista: Teus olhos, meu lugar; Meu canário vizinho azul; e o hit Beijo partido.
A dupla deu tão certo que ontem, pela primeira vez, entrou em estúdio no Bairro da Serra, em BH, para iniciar a produção de um disco – o nome ainda não foi decidido: pode ser Alaíde abraça Minas ou Coração nº 2. “Estamos definindo o repertório, mas com certeza só vão entrar canções de compositores mineiros. É uma homenagem à música daqui. Um disco só com voz e violão, com algumas participações especiais”, adianta a cantora.
Toninho Horta afirma que a intenção é lançar o álbum em 2012, quando se comemoram os 40 anos do disco Clube da Esquina. “Esse trabalho será feito aos poucos. Vamos começar a gravar e, se não ficar do jeito que a gente quer, gravamos de novo até surgir o disco ideal. Não é projeto para o mercado, nossa ideia é trazer algum diferencial para a música. Isso envolve paixão e sofisticação. Estou pisando em ovos com a Alaíde, porque tenho respeito muito grande por essa grande dama da MPB. O que ela decidir está decidido”, brinca o músico.

Em 2007, a cantora Zezé Gonzaga enxuga as lágrimas de Alaíde Costa, vencedora do Prêmio Rival de Música, o primeiro de sua carreira

Duo antológico
Alaíde Costa estava há um bom tempo sem pôr os pés em estúdio quando foi convidada por Milton Nascimento, em 1972, a fazer parte do disco Clube da Esquina. Apesar da ligação dos mineiros com cantoras como Elis Regina e Joyce, foi dela a única voz feminina do álbum. Nascida no Méier, bairro da Zona Norte carioca, ela fez duo antológico com Bituca na faixa Me deixa em paz, de Monsueto.

Fotobiografia
Em 1988, Alaíde Costa participava do programa Sem censura, na TVE do Rio de Janeiro, quando foi abordada por um fã mineiro em busca de autógrafo. Era o produtor Geraldo Rocha. Ele se tornou tão próximo dela que, ao longo dos anos de convívio, registrou momentos memoráveis da cantora – Lalá, como carinhosamente a chama. Daí surgiu a ideia de fazer a fotobiografia da intérprete, com lançamento previsto para 2012.

“São aproximadamente 9 mil fotos e não será tarefa fácil selecionar as imagens. Dori Caymmi, Ivan Lins, Egberto Gismonti e Miúcha vão produzir textos para o livro. Toninho Horta deve se encarregar do prefácio. Atualmente, ele é o artista mais próximo da Alaíde”, revela Geraldo.

Show ALAÍDE COSTA E TONINHO HORTA
08 set, 5ª feira, às 21h30m.
Gamboa - Rua Sergipe, 1236, Savassi - BHz
Informações: (31) 3282-2997

domingo, 27 de março de 2011

No RJ -> Toninho Horta autografa o CD "Harmonia & Vozes"


Toninho Horta autografa o CD "Harmonia & Vozes" no RJ

30 março, 4ª feira, às 19:30h
Livraria da Travessa (Leblon)
Av. Afrânio de Melo Franco, 290
Shopping Leblon, 2º piso, loja 205

Leblon - RJ

sábado, 13 de novembro de 2010

Lançamento Biografia Toninho Horta


Biografia de Toninho Horta - "Toninho Horta: Harmonia Compartilhada"

Durante o Fórum das Letras de Ouro Prêto, que neste ano acontece entre osdias 10 a 15 novembro, acontecerá o lançamento nacional da biografia do músico mineiro Toninho Horta. Escrito por Maria Tereza Rangel, o livro "Toninho Horta: Harmonia Compartilhada" integra a coleção Aplauso e vai contar a trajetória de um dos músicos do Clube da Esquina junto com Milton Nascimento e Lô Borges.

Em Ouro Prêto, o biografado estará presente ao lado da autora, em um bate-papo que leva o mesmo nome da obra. O encontro músico-literário acontecerá nodia 14 nov, às 21h, no Cine Vila Rica.Toninho Horta é um dos mais importantes guitarristas brasileiros e já tocou ao lado de nomes como Tom Jobim, Elis Regina, Gal Costa e Maria Bethânia.

Fórum das Letras www.forumdasletras.ufop.br

O Fórum das Letras de Ouro Prêto é um dos encontros literários mais importantes do Brasil. Em 2010 o evento acontece de 10 a 15 de novembro.



quinta-feira, 9 de setembro de 2010

TONINHO HORTA indicado ao 11º Grammy Latino 2010

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Toninho Horta foi indicado ao 11º Grammy Latino 2010 por seu novo álbum "Harmonia & Vozes" como Melhor Álbum de MPB!!! Viva!!! =)

. Matéria publicada em O Globo 08/09/2010 às 15h03m

. HOLLYWOOD, EUA, 8 Set 2010 (AFP) - Segue a lista dos indicados nas principais categorias internacionais e nas categorias específicas de música brasileira entre as 48 que consagram os selecionados para a 11ª edição dos prêmios Grammy Latinos, cuja cerimônia de premiação será celebrada em 11 de novembro, em Las Vegas (Nevada, EUA).


Só podia ser, pois, é um disco com 16 faixas, que foi gravado com a participação de 150 artistas (!!!), entre orquestra, corais, e de intérpretes convidados especiais como Sérgio Mendes, Ivan Lins, Erasmo Carlos, Djavan, Frejat, Beto Guedes, Seu Jorge e Ivete Sangalo!

Toninho está especialmente entusiasmado com esse CD, com o qual ele comemora os 40 anos de "Manoel, o Audaz", uma das canções-símbolo do Clube da Esquina, que o fez conhecido nacionalmente.

E tb pq esse é um disco mais pop, que ele desejava fazer há algum tempo, selecionado pelo júri do Projeto Pixinguinha, da FUNARTE. O CD "Toninho Horta - Harmonia e Vozes" foi lançado pelo selo Minas Records em 2010 e seu repertório inclui canções inéditas.

Viva Toninho Horta!!! Toda a sorte para você no resultado dessa premiação muito merecida!!!
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sábado, 4 de setembro de 2010

Toninho Horta & Rudi Berger no Clube do Choro

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TONINHO HORTA & RUDI BERGER

no Clube do Choro de Brasília - DF

Dias: 08, 09 e 10 setembro de 2010
Local: Clube do Choro: SDC, Quadra 3, Bloco G - Eixo Monumental - Brasília, DF
Horário: 4ª, 5ª e 6ª feiras, às 21h.
Informações: Ingressos a R$20,00 e R$10,00 (meia).
Tel.: (61) 3224-0599


A versatilidade com o violão e a guitarra, o vocal e os arranjos originais fazem de Toninho Horta um mestre do bom gosto. Com uma concepção sofisticada,"ele é um dos músicos mais inspirados do mundo no que diz respeito à melodia e harmonia", como sublinha o guitarrista americano Pat Metheny. Além de tal reconhecimento pela crítica mundial e por músicos de toda parte do planeta, Toninho leva na bagagem 25 cds lançados de sua autoria, contando alguns com relançamentos.

Rudi Berger, violinista de Jazz de descendência vienense e cigana, dono de um estilo personalíssimo, atua como compositor e intérprete, tanto de Jazz tradicional como contemporâneo. Rudi Berger tem realizado turnês e concertos como Band Leader e solista convidado, por todo o Brasil e gravado com diversos artistas. No seu CD, Postcard from Brasil, interpreta música brasileira, especialmente a música de Minas Gerais. Atualmente ele transita entre as mais diversas culturas musicais.
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sábado, 28 de agosto de 2010

Hoje! -> Toninho Horta + Serginho Serra + Fio da Navalha

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Toninho Horta + Serginho Serra + Fio da Navalha - "MATRIZ 10 ANOS"


"MATRIZ 10 ANOS" - Matriz Casa Cultural

A CASA CULTURAL MATRIZ COMEMORA 10 ANOS COM UMA PROGRAMAÇÃO DIVERSIFICADA E GRATUITA, TRAZENDO MAIS DE 200 ARTISTAS -

O evento começa na Praça Raul Soares música, teatro e circo, trazendo o público à avenida Olegário Maciel, em frente ao JK, onde concentrará 3 shows musicais, culminando com a apresentação do músico Toninho Horta, acompanhado por Serginho Serra (ex Ultraje a Rigor) e banda Fio da Navalha.
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"A PRAÇA É DA MATRIZ" - Palco Olegário Maciel - esquina com Guajajaras
28/08 - sábado

20:40h - Toninho Horta se apresenta com Serginho Serra (ex Ultraje a Rigor) e banda Fio da Navalha.

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Toninho Horta em dose dupla em Campinas

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CORREIO POPULAR Digital
Publicada em 28/7/2010

Caderno C
‘Mineirice’ musical

/ SHOW / Toninho Horta se apresenta hoje e amanhã em Campinas em festival de música

Bruno Ribeiro
DA AGÊNCIA ANHANGUERA
bruno@rac.com.br

Uma das principais atrações do Festival Brasil Instrumental, o músico mineiro Toninho Horta fará duas apresentações na cidade. A primeira será hoje, às 21h30, no Almanaque Café, em Barão Geraldo, com ingressos entre R$ 30,00 e R$ 15,00. Amanhã, o artista se apresenta no Ciclo Básico II da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), às 13h, com entrada franca.

Compositor, cantor e instrumentista, Toninho Horta nasceu em uma família de musicistas. Seu avô materno, João Horta, era maestro e deixou sua marca como compositor de música sacra e popular em algumas cidades mineiras. Embora autodidata, tornou-se músico profissional aos 16 anos e começou a tocar na noite de Belo Horizonte. Não tardou a se destacar pela técnica de seu violão e passou a acompanhar os também iniciantes Milton Nascimento, Beto Guedes e Lô Borges.

Com os compositores mineiros, realizou suas primeiras parcerias musicais e esteve presente na fundação do Clube de Esquina, movimento que marcou a MPB nos anos de 1970. Nos anos seguintes, passou a trabalhar no Rio de Janeiro ao lado de intérpretes consagrados, como Elis Regina, Gal Costa e Nana Caymmi.

Reconhecido como um dos maiores nomes do violão e da guitarra na história da música popular brasileira, Toninho Horta também desenvolveu sólida carreira nos Estados Unidos e na Europa, onde participou de gravações com grandes nomes do jazz e foi considerado, pela revista londrina Melody Maker, o quinto melhor guitarrista do mundo.

Além do reconhecimento da crítica mundial, Toninho leva na bagagem 23 CDs autorais e inúmeras participações em discos alheios. Paralelamente à sua carreira artístico-musical, empreendeu seu próprio selo, o Minas Records, e reeditou várias de suas obras que estavam fora de catálogo. Com o CD Toninho Horta com o Pé no Forró, o músico atingiu o público jovem.

Afora tantos projetos, Toninho Horta prepara o Livrão da Música Brasileira, que promete ser um marco histórico para os apreciadores, pesquisadores e profissionais de música. Trata-se de uma compilação cronológica de 700 partituras, cifras, letras, além de informações sobre as principais composições que marcaram a história da música nacional nos últimos 100 anos.

Nos shows que fará em Campinas, o músico mineiro irá interpretar composições de sua autoria, como Beijo Partido, e de outros compositores, como Milton Nascimento, Sérgio Mendes e Djavan.

AGENDE-SE

O quê: Toninho Horta - Show com o músico e compositor

Quando: 28 jul, às 21h30

Onde: Almanaque Café (Av. Albino José de Oliveira, 1.240, Barão Geraldo, f. 3249-0014

Quanto: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia) e R$ 20,00 (antecipado até 20h)

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Quando: 29 jul, às 13h

Onde: Ciclo Básico II da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas)

Quanto: entrada franca

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Toninho Horta e Orquestra Fantasma no Festival de Jazz do Capão/BA



Show Toninho Horta & Orquestra Fantasma
Dia 05 junho, sábado, 21h30m
Vale do Capão, Chapada Diamantina, BA
Show Toninho Horta no 1º Festival de Jazz do Capão
Praça da Vila - http://www.festivaldejazzdocapao.com.br

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Workshop Toninho Horta
Dia 05 junho, sábado, 14h
Vale do Capão, Chapada Diamantina, BA
Workshop "Guitarra/Harmonia"
Circo do Capão
Inscrições para Workshops diretamente no e-mail:
workshops@festivaldejazzdocapao.com.br
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sábado, 8 de maio de 2010

Toninho Horta na revista Guitar Player nº169

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Toninho Horta na revista Guitar Player nº169 - maio 2010

ARTISTAS - TONINHO HORTA
por: Camila Dourado


Nascido em Belo Horizonte, Toninho Horta recebeu doses musicais que vieram primeiramente do avô João Horta, um grande maestro, do bandolim da mãe, do violão do pai e, mais tarde, do baixo acústico do irmão mais velho, Paulo Horta, que lhe mostrou referências musicais de qualidade – era época dos grandes artistas do jazz e das big bands. Não tardou para o precoce Toninho arriscar seus primeiros acordes, aos 10 anos de idade. Era o início da trajetória musical de alguém que contribuiria para a evolução da música brasileira e pela sua divulgação pelo mundo. Aos 14 anos, teve sua primeira composição gravada.

Nessa mesma época, conheceu Milton Nascimento, com quem logo encontrou afinidade. Com o tempo, Toninho adquiriu maior experiência e suas composições foram ganhando formas mais elaboradas. Nasciam, também, as primeiras parcerias e, assim, foram surgindo participações em festivais pelo Brasil afora. No Festival Internacional da Canção Popular de 1967, no Rio de Janeiro, Toninho inscreveu duas músicas: Nem é Carnaval, parceria com Márcio Borges, e Maria Madrugada, com a prima Júnia Horta. Ele e Milton eram os únicos com mais de uma música classificada para o festival.

Veja a matéria completa na Guitar Player nº 169

sexta-feira, 17 de julho de 2009

'Manoel, o Audaz'

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'Manoel, o Audaz', de Toninho Horta e Fernando Brant

Toninho Horta: violão
Carla Villar: voz

Show no teatro SesiMinas, em Belo Horizonte
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domingo, 15 de fevereiro de 2009

Toninho Horta by Juca Filho

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GUITAR HERO: by Juca Filho


GuiTaR HeRo.
Toninho Horta
Allegro Bistrô, Modern Sound - Rio de Janeiro
26.09.05



Este é meu querido amigo Toninho Horta, um mestre da música , super talentoso guitarrista e compositor. (Se você duvida, pergunta pro Pat Metheny...) >;o)

E esta é minha foto numero 500, que eu queria dedicar a este maravilhoso músico e amigo, agradecendo, de coração, por todos os momentos de prazer e transcendência artística que sua música tem me proporcionado nos últimos 25 anos.

Valeu, "Ontóim"!
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This is my dear friend , Mr. Toninho Horta, an uncommon and over talented guitarrist and composer. (If you doubt, ask Pat Metheny...) >:o)

And this is my pic number 500 on Flickr, that I am dedicating to this nice fellow and master music man, with heartfelt thanks for all the moments of artistic transcendence and pleasure that his music has given to me during the last 25 years.

JucaFii
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Juca Filho é amigo de Toninho Horta, fotógrafo, curte fotografia desde os 11 anos de idade, músico, compositor de 'Toada', e 'Quem Tem a Viola' (famosas canções gravadas pelo Boca Livre) e outras mais, autor e roteirista p/ TV, teatro e cinema, e outras tantas habilidades.
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Juca Filho is Toninho Horta's friend, photographer, fond of photography since he was 11 years old, musician and composer of 'Toada' and 'Quem Tem a Viola'(famous songs recorded by Boca Livre) and others, author and screenwriter for the TV, theater and cinema, and many other skills.


Obrigada, Juca!
Thanks, Juca!
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tom lellis and toninho horta - tonight


tom lellis and toninho horta - tonight


Posted on October 30, 2008

Tom Lellis and Toninho Horta
Tonight
Adventure Music 2008
By Raul d'Gama Rose

The release of Tonight, with Tom Lellis and Toninho Horta in duet, is - very possibly - the most significant vocal duet event since the release of one record called Francis Albert Sinatra and Antonio Carlos Jobim (Reprise, 1967) without a doubt. There is no other real comparison except that the two are definitive documents of vocal artistry. Such quiet sophistication, yet majestic, soaring artistry is very difficult to achieve. Then there is the quiet yet ferocious fire that burns steadily throughout the record. It is this same haunting quality that marked the meeting of Sinatra and Jobim forty-one years ago.


Toninho Horta has long been considered one of the most influential and towering artists on "violao", the Brasilian version of the nylon-string guitar. His work has graced the albums of Elis, Gal, Milton Nascimento, Nana Caymmi, Joyce, Edu Lobo, Chico Buarque and a legion of stellar artists from Brasil. He is a guitarist so intimate and exquisite in technique and style - creating magnificent oceans of melodies and harmonies - that he's influenced many great guitarists including his greatest admirer, Pat Metheny. Throughout this recording Toninho Horta plays with grace, good taste and unbridled virtuosity. He is ably abetted on his musical sojourn by the vocalastics of Lellis, the American troubadour with an ability to soar like a bird on a thermal, often bending, then holding notes with aching beauty. Often through the recording, Horta and Lellis trade verses down the choruses - Horta distinguished by his near-falsetto just short of the range of Nascimento. Then Lellis will sing, raising his voice from the baritone depths to fly high above and in the joyous mood suggested by the writers of the music.


The program is largely standards - Rogers and Hart's "My Romance", with Horta taking the first verses followed by Lellis, Hoagy Carmichael and Ned Washington's "The Nearness of You" a singular effort by Lellis, Gershwin and Haywood's. "Summertime", which is a vehicle for Horta and Harold Arlen and Yip Harburg's "Over the Rainbow", which is a event in itself, featuring Lellis in a zone he owns - improvising on a particular instrumentalist, his favorite one in this instance: Keith Jarrett. There is also Cole Porter's "In the Still of the Night", where Lellis' voice caresses the harmonies created by Horta's guitar.


The high points are the originals: Horta's own "Dreamwalking (Nos Tempos de Paulinho)" and "An Infinite Love" to both of which Lellis wrote his distinctive lyrics. And there is the Lellis original, the tantalizingly beautiful waltz "Three for Marie", which features more stylish and memorable guitar by Toninho Horta. Perhaps the most memorable track of all is "Summertime", which features Horta's improvised words and melody line sung in heartbreaking quartertones. There are few versions of the Gershwin classic, which come even remotely close to capturing the aching feeling of parting that its composer had intended. But then who else but a Brasilian singing "chorinho" with that magical "saudades" could pull this kind of vocalizing off? There is an almost crystalline quality to this record. It is as if silence and sound both dance in interminable circles around each other like lovers. Music like this is alive like no other.


Tracks:
Maybe September; Dindi;
An Infinite Love; My Romance;
Let's Face the Music and Dance;
In the Still of the Night;

Fly me to the Moon; Tonight;
Dreamwalking (Nos Tempos de Paulinho);

Three for Marie (3/4 Marie);
The Nearness of You; Summertime;
I Love You; Over the Ra
inbow.


Personnel:
Toninho Horta: vocals and guitars;

Tom Lellis: vocals, piano and shakers.



terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O Violão em Minas Gerais: Toninho Horta - by Fábio Zanon

http://luthierguitars.com/vcfz/VCFZ-0076-Toninho_Horta.mp3

'O violão em Minas I: Toninho Horta' ->

Programa nº 76 da série 'Violão Brasileiro', do programa "Violão com Fábio Zanon", da Rádio Cultura de São Paulo.

Fonte:
http://vcfz.blogspot.com (Violão com Fábio Zanon)

Agradecimentos a: Alan Romero, Fábio Zanon


domingo, 14 de dezembro de 2008

Toninho Horta no 'Música de Domingo'

Música de Domingo Especial apresenta Toninho Horta e Orquestra Fantasma

Publicado em 09/12/2008 17:28:20


Os fãs da música instrumental podem comemorar a edição especial do projeto Música de Domingo, realizado desde 1989, com o show do cantor, compositor e violonista Toninho Horta, acompanhado em grande estilo pela Orquestra Fantasma, formada por Lena Horta (flauta), Yuri Popoff (baixo), Neném (bateria) e Cláudio Faria (teclados). A apresentação acontece no próximo dia 14, às 11 horas, com entrada gratuita no Teatro Francisco Nunes e marca, ainda, o relançamento do CD “Terra dos Pássaros”, além dos 60 anos de Toninho Horta. Os ingressos serão distribuídos a partir das 10h, na bilheteria do Teatro.


O Música de Domingo, que já trouxe a BH nomes fundamentais da música instrumental mundial, é uma promoção da Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura e do Francisco Nunes, e conta com a parceria da Escola de Música da UFMG. O patrocínio é da Gerdau Açominas, Via Lei Roaunet.


Terra dos Pássaros


Primeiro álbum solo de Toninho Horta, de 1980, “Terra dos Pássaros” representa o início de uma trajetória vitoriosa do músico que, com sua complexidade de conceitos e harmonias únicas, ganhou respeito e reconhecimento de grandes músicos brasileiros e estrangeiros.


O álbum traz, também, o surgimento da “Orquestra Fantasma”, que, para Toninho, equivale ao que a antológica banda “Som Imaginário” representa para a carreira de Milton Nascimento. Na Orquestra Fantasma, os sons dos violinos, cellos e trompas eram criados por Hugo Fattoruso e Toninho em seus mini-mugs, guitarras e pedais de volume.


No show do Chico Nunes, “Terra dos Pássaros” será vendido a 25 reais e autografado por Toninho.


Toninho Horta


Toninho Horta nasceu em berço musical, já que seu avô materno, João Horta, era maestro e deixou sua marca como compositor de música sacra e popular em algumas cidades mineiras. Além disso, Toninho teve em sua formação autodidata forte influência da mãe e de seu irmão mais velho, o baixista Paulo Horta. Este liderou, nos anos 50, o Jazz Fã Clube – grupo de seletos músicos mineiros que difundiam o melhor do jazz em Belo Horizonte.

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Músico profissional já aos dezesseis, incentivado pelo irmão, Toninho começou a tocar na noite belo-horizontina. Nessa mesma época, conheceu Milton Nascimento, Beto Guedes e Lô Borges, que mais tarde iniciaram parcerias musicais, culminando no movimento que marcou a história da MPB nos anos 70 – o Clube da Esquina.

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Após sua transferência para o Rio de Janeiro, no final dos anos 60, Toninho projetou-se para o mercado nacional. Nos anos seguintes, entre Minas Gerais e Rio, trabalhou em centenas de gravações, ao lado de muitos artistas consagrados. Entre tantos, Gal Costa, Nana Caymmi e Elis Regina.

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Já nos anos 90, radicado em Nova Iorque, o músico consolidou sua arte no exterior. A partir daí, seguiu viajando ininterruptamente para o Japão, Coréia do Sul e vários países na Europa, onde tocou com grandes nomes internacionais. O virtuosismo de sua guitarra deu-lhe o prêmio de 5º melhor guitarrista do mundo pela revista londrina Melody Maker, em 1977, e o 7º melhor, em 1988, consagrando-o como um dos mais admirados músicos dos últimos tempos.

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Além de reconhecimento pela crítica mundial e por músicos de toda a parte do planeta, Toninho leva na bagagem 23 CDs lançados de sua autoria. Paralelamente à sua carreira musical, Toninho empreendeu, em 2000, seu próprio selo – Minas Records. Neste, já figuram em catálogo seis de seus CDs, que só contavam, anteriormente, com lançamentos no exterior.

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Um inusitado encontro com George Benson, em 2005, rendeu a Toninho Horta a direção musical de um cd com o instrumentista norte-americano, no Brasil. O músico mineiro, além da responsabilidade da direção, produção e arranjos musicais, também participa ao violão. Ainda em 2005, teve seu nome incluído numa compilação da Sony/BMG americana dos 74 guitarristas mais importantes dos últimos 100 anos do Blues ao Jazz no mundo.

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Neste mesmo ano, Toninho Horta recebeu mais um reconhecimento em sua carreira, com a indicação à 6ª edição do prêmio Grammy Latino. Com o álbum Toninho Horta com o Pé no Forró, o músico mineiro concorreu na categoria melhor álbum de música popular brasileira ao lado de outros grandes artistas da nossa música.

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Toninho prepara, também, o Livrão da Música Brasileira, que será um marco histórico para os apreciadores, pesquisadores e profissionais de música. Trata-se de uma compilação cronológica de 700 partituras, cifras, letras, além de informações sobre as principais composições que marcaram a história da música nacional nos últimos 100 anos.


Mais informações: (31) 3277-9778

Toninho Horta & Arismar do Espirito Santo - CD 'Cape Horn'


Dia 12 de dezembro - sexta-feira, às 21
Lançamento do CD
"Cape Horn"



Espetáculo de lançamento do CD Cape Horn, em que os músicos exploram nuances da música instrumental como em Beijo Partido e Um Sonhador, de Toninho Horta; Sonhando Acordado e Vestido Longo, de Arismar do Espírito Santo. Além de Toninho (violão e guitarra) e Arismar (violão de 7 cordas, guitarra e contrabaixo), o espetáculo conta com Vinícius Dorin (flauta, sax e piano) e Cléber Almeida (bateria e percussão).


SESC Vila Mariana - Teatro
Rua Pelotas, 141 Vila Mariana - São Paulo - SP

Ingressos: R$ 20,00 [inteira]; R$ 10,00 [usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino]; R$ 5,00 [trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]
http://www.sescsp.org.br/sesc/




CD Cape Horn
Toninho Horta - Arismar do Espírito Santo

Cape Horn representa para a navegação o mesmo que o Monte Everest significa para o alpinismo. Para um navegador, ultrapassar esse cabo, o ponto mais ao sul da Terra do Fogo, é uma conquista que o coloca entre os grandes, pois ali enfrenta os mares mais bravios, as ondas mais imprevisíveis. Marcando o encontro entre os maiores oceanos do planeta, o Atlântico e o Pacífico, é um lugar onde os ventos correm livres.
Nesta obra, a Diebold Procomp tem o prazer de proporcionar o
"Cape Horn" da música popular brasileira, reunindo amigos novos e antigos em uma realização de peso. A coleção traz agora uma poderosa confluência de fontes inesgotáveis de talento. Toninho Horta e Arismar do Espírito Santo juntaram suas águas musicais às de João Donato, Robertinho Silva, Lena Horta e Ricardo Pontes para inundar de vez nossos ouvidos de alegria. Esperamos que vocês aproveitem bem esta viagem sonora pelo "Cape Horn".

"Parceiros de longa data, os músicos mostram o primeiro álbum feito em parceria".




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Cape Horn teve destaque merecido, entre os CDs de 2008, no Jornal “O Globo”. Toninho Horta, “referência para a guitarra no mundo”, Arismar do Espírito Santo, craque em vários instrumentos fizeram por merecer. Cape Horn é exemplo de como se misturam os vários ventos vindos da harmonia, da melodia e do ritmo".



"No show, serão apresentadas Beijo Partido e Um Sonhador, de Toninho, Sonhando Acordado e Vestido Longo, de Arismar e Cape Horn de ambos. Days of Wine and Roses de Henry Mancini e Johnny Mercer, Watch What Happens de Michel Legrand e Norman Ginbel, alèm de Amazonas de João Donato, terão seus lugares garantidos, entre outras". "O compositor, cantor e instrumentista mineiro Toninho Horta e o multi-instrumentista, arranjador e compositor paulista Arismar do Espírito Santo se reúnem no Teatro do SESC Vila Mariana para mostrar pela primeira vez o álbum independente Cape Horn, em apresentação que faz parte da série Lançamentos".



sábado, 13 de dezembro de 2008

Toninho Horta and Tom Lellis: Brazilian Setting for Standards

Toninho Horta and Tom Lellis: Brazilian Setting for Standards

Written by Bruce Gilman
Monday, 08 December 2008 07:09

Vocalist and composer/pianist Tom Lellis has the uncluttered musical thinking and timing of a jazz musician born and bred. His distinctive tone and style of delivery, marked by his idiosyncratic phrasing, holds genuine fascination for instrumentalists. An unusually resourceful and imaginative musician whose lyrical conception is more original than most, Lellis reveals an agility, accuracy, and knack for setting lyrics to jazz tunes and instrumental solos that is exquisite, reproducing the demanding twists of horn technique with surprising ease.

Beyond argument, Toninho Horta is Brazil's finest jazz guitarist. His tone, articulation, and turn of phrase are all instantly recognizable. There is a case for going further and calling him one of the finest guitarists in Brazilian Popular Music, as well as the first great Brazilian guitarist in American jazz. Much of the evidence required for putting forward this case - his masterly shaping of notes, his exemplary rhythm playing, and his immense chordal vocabulary and gift for fashioning intriguing harmonies - is exhibited on Tonight, the CD recorded with Tom Lellis.

The disc is a treasury of the most individual interpretations, rich in what can safely be called jazz standards, underpinned by Brazilian rhythms, unconventionally re-harmonized, yet arranged at the cutting edge of the modern mainstream. Medium-tempo swingers full of flair and unusual progressions lie in close proximity to moody angular slower pieces and popular American songs from film and Broadway. There is plenty here which points to the duo's commitment to experimentation and passionate expression, much that achieves and sustains a very high level of artistry, and so many deeply satisfying performances that it is difficult to alight on one for special praise.

Just a few bars of their exchanges on "Maybe September" show the duo's intuitive musical understanding. Singing in 1/2 time against its sizzling samba groove, Lellis shines throughout; what pleasure it is to hear a jazz vocalist who sings in tune, really swings, and story-tells the lyrics. The interplay between Lellis's supple voice and Horta's comping and soloing, coaxing an attractive range of surprising sounds and textures from this pleasant but familiar theme, is the epitome of integration.

Jobim's "Dindi," presenting Lellis's arrestingly cool timbre over Horta's warmly supportive accompaniment (and alternating vocals in Portuguese), is introduced by Lerner/Loewe's "I've Grown Accustomed to Your Face" and receives a sensuous reading. "An Infinite Love," a slow-burner written by the duo, emphasizes the first flush of true love. Horta's low-key virtuosity, giving the music its sentimental edge, is ably abetted by Lellis's lyrics and economical keyboard support, which draws from select washes of sampled orchestral strings.

That Lellis is adept at piano improvisation and comping, is evident on Rodgers and Hart's "My Romance." A cultured vocalist, he is equally able to cut through the surface of this song and deliver its essence without undue flash, his innate feeling for the lyrics allowing him to add variation to the song's original course. There is a relaxed kind of fun at work here, for nearly every line is couched as a disavowing statement. Horta's wordless vocal is a bonus, and the deftness with which the two weave and twine their lines makes a great song even better.

For Irving Berlin's "Lets Face the Music and Dance," Lellis uses a re-harmonization he wrote for the standard, "Without a Song," and in the scat (vocal improvisation without words), where he and Horta use their voices in imitation of solo instruments, Lellis quotes the Jerome Kern/Oscar Hammerstein tune "The Song is You." Playing with élan and abandon, Horta is in burning form on Cole Porter's "In The Still of the Night." The lyrics, set as a 1/2 time ballad against a full time samba, are masterfully supported in mood and tempo by Horta, he and Lellis being consummate foils for each other.

"Fly Me to the Moon" features Horta's scatting, his re-harmonized arrangement, and his finger-breakingly pianistic chord voicing. He is uniformly cogent and controlled, producing an entirely personal, instantly identifiable sound. The title track, Bernstein and Sondheim's classic "Tonight," confirms Lellis can realign well-known melodies in elegant and exciting ways. He is one of the few singers to have realized the harmonic potential of Bernstein's music, his sensitivity to the composer's music leaving no doubt that he is a creatively uncompromising jazz singer of the highest order.

"Dreamwalking" (Nos Tempos de Paulinho), Horta's tribute to his brother, parades lyrics by Lellis whose thematic references employ musical allusions to the girl watching fantasy in "The Girl from Ipanema." Horta sets the tone with guitar and voice, and when Lellis enters, he matches with complementary phrasing and accentuation, dovetailing with invention the ongoing thematic line and bringing the tune a gently swinging grace.

The heart-stopper is "Three for Marie" (3/4 Marie), a breathlessly tender piece dedicated to Lellis's wife - they have three kids - and a thorough showcase for his many talents: his range of tone color and sensitivity to line, his unfettered expressiveness, his flexible timing and evident rapport with Horta. Seeming to start from nowhere and disappear into the same nowhere, sounds appear and fade like headlights on the horizon. Lellis, full of tenderness, sentiment, and sighs, balances clarity with the music's purely coloristic qualities; Horta's guitar, following a thematic muse, intensifies the feeling.

Lellis's acute sense of pitch and soft-grained tenor voice are ripe for essaying "The Nearness of You." Horta, digging into the energetic forward-reaching mood, sustains its vigorous tempo without sacrificing either fluency or lyricism. An apparently unquenchable flow of ideas imbues all his music with a discreetly propulsive power permitting him to play in the most relaxed, soulful manner, completely free from artifice or grandstanding. The overall effect is of the two communing with each other and conveying the tune's essence in terms of a personal message to the listener.

"Summertime," a DuBose Heyward poem set to music by George Gershwin, was performed as a lullaby in Porgy and Bess and became the best-known piece from the opera. Reinforced by a blues-based line and a slow-moving harmonic progression, the tune imparts a folksy informality. As this track shows, Horta communicates a great deal of warmth, his very obvious love for the song helped by Lellis's expert accompaniment. While "Summertime," illustrates the strength of Horta's singing, his jazz-shaped vocal phraseology is more evident on Cole Porter's "I Love You."

Opening with an interval of a downward major 7th, followed by an ascending major sixth, and covering the range of a tenth, "I Love You" presents the vocalist with a real challenge. For the same reason, instrumentalists find in this tune an opportunity to display range and virtuosity, especially with its surprising harmonic sequences. Here Horta delivers the emotional core of the lyrics, projecting lyric nuance over jazz-vocal virtuosity. Lellis's piano solo, using rhythmic displacement to generate interest, is firm and precise.

"Over the Rainbow," a tune MGM executives cut from The Wizard of Oz three times, won the Academy Award in the Best Song category and, some 60 years later, was recognized as the best song of the twentieth century and the top movie song of all time. Technically demanding, it begins each A section with an octave leap on the word Somewhere and requires a vocalist with just the right touch of vulnerability and the facility to sing a long-breathed phrase with perfect control. Lellis has all of that plus a miraculous ear and the vocal equipment to follow wherever it leads.

With his velvety timbre and searching response to the fluctuating shades of the bittersweet verses, Lellis gives "Over the Rainbow" what might be its definitive reading. Interpreting through the mind of someone who will wake up freed from past troubles, Lellis makes you think anew about one of the most beautiful ballads penned during the Golden Age of American Song. Quite apart from his obvious gifts as a singer and musician, that's what elevates Lellis above most of his contemporaries who so often fail to live the words they're singing.
Lellis's instinctive rightness of phrasing and the sense of worldly experience with which he delivers his lyrics echoes of Sinatra's style. Few singers have ever sounded so comfortable on this material. And Horta, one of the world's transcendent guitarists, is the ideal partner, his fabled technique enabling him to articulate every idea which comes his way. His confident fluency and infectious exuberance both as soloist and accompanist is stunning. His affinity with Lellis is a model of how to accompany a singer without stealing the limelight, yet to play so ravishingly as to command attention.

This is no mere vocalist-plus-accompaniment release. It stands above others as a testament to the duo's musical stature and to a fruitful collaboration, emphasizing the rare empathy that exists between two creative spirits whose virtuosity successfully bears out both men's position in the very front rank of jazz musicians. Their imaginative arrangements, spirited improvising, and artistry raise Tonight head and shoulders above the mass of other standards-oriented ventures, encapsulating as it does all the duo's strengths: sensitivity, keen musical intelligence, and above all a willingness to express a refreshingly pan-American sensibility.

Journalist, musician, and educator Bruce Gilman has served as music editor of Brazzil magazine, an online international publication based in Los Angeles, for more than a decade. During that time he has written scores of articles on the most influential Brazilian artists and genres, program notes for festivals in the United States and abroad, numerous CD liner notes, and an essay, "The Politics of Samba," that appeared in the Georgetown Journal.

He is the recipient of three government grants that allowed him to research traditional music in China, India, and Brazil. His articles on Brazilian music have been translated and published in Dutch, German, Portuguese, Serbian, and Spanish. You can reach him through his e-mail:
cuica@interworld.net


Lançamento 2008 > CD 'To Jobim With Love'

Lançamento 2008 > CD 'To Jobim With Love'
Toninho Horta (CD 'Ton pra Tom')

Lançamento 2008 > CD 'TONIGHT'

Lançamento 2008 > CD 'TONIGHT'
Tom Lellis & Toninho Horta

Re-Lançamento 2008 > Terra dos Pássaros

Re-Lançamento 2008 > Terra dos Pássaros
Toninho Horta & Orquestra Fantasma

Lançamento 2008 > CD 'CAPE HORN'

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Toninho Horta & Arismar do Espírito Santo

Lançamento 2007 > CD 'Toninho Horta in Vienna'

Lançamento 2007 > CD 'Toninho Horta in Vienna'
Toninho Horta

Lançamento 2007 > CD 'SOLO - AO VIVO'

Lançamento 2007 > CD 'SOLO - AO VIVO'
Toninho Horta

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